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Os festejos
A quermesse, tímida no início, tinha apenas um pau de sebo e algumas barracas de prendas. Era a gente pobre do bairro que freqüentava a festa e participava das concorridas procissões de Nossa Senhora. Depois da criação da paróquia, a quermesse começou a expandir-se, ocupando um longo trecho da Treze de Maio. Anos mais tarde, surgiram barracas de comida e a banda dos bersaglieri passou a se apresentar no coreto em frente à igreja. Em 1957, houve uma grande procissão com Nossa Senhora sendo levada em um carro do Corpo de Bombeiros. Acompanharam a procissão as bandas da Força Pública e dos Bombeiros. Depois do auge dos anos 40 e 50, a festa retraiu-se e, da rua, foi parar no pátio atrás da igreja. As barracas se resumiam a diversas mesas espalhadas no local, onde se vendiam doces caseiros, pastel, churrasco, cachorro-quente e outros quitutes. Em meados dos anos 70, a quermesse voltou às ruas, graças, principalmente, ao empenho dos casais participantes do Encontro de Casaiscom Cristo. A festa ganhou ares tipicamente italianos e, com isso, novo impulso.As novas barracas, vendendo comidas típicas – fogazza, macarrão, polenta, fricazza - substituíram as antigas. Nessa época, foi criada a cantina que ocupava o espaço onde atualmente fica a província. Hoje, a festa mantém-se como um grande atrativo da cidade de São Paulo no mês de agosto e atrai gente de todo o Brasil. Acontece em três momentos: na rua, na cantina e na igreja, durante cinco finais de semana.